Finanças pessoais

Pagando o mínimo do cartão? Quanto isso realmente custa

BRK Gestão FinanceiraLeitura de 4 minutos

O cartão de crédito aparece em 85% das famílias endividadas do Brasil, segundo a CNC. O cartão em si não é o problema — ele é prático e seguro. O problema é o rotativo: o crédito automático que entra em ação quando você paga menos que o total da fatura.

O rotativo está entre os créditos mais caros do país. Desde 2024, a lei limita os juros e encargos a 100% do valor original da dívida — ou seja, você ainda pode pagar o dobro do que comprou.

Sinais de alerta

  • Você paga o mínimo ou só uma parte da fatura.
  • Parcelou a fatura mais de uma vez.
  • Usa o limite do cartão como extensão do salário.
  • A fatura do mês que vem já está comprometida.
  • Tem mais de um cartão para "rodar" as contas.

O que acontece se nada mudar

A dívida no rotativo cresce mais rápido do que a maioria das pessoas consegue pagar. Somada às novas compras, vira uma bola de neve que consome o salário antes mesmo de ele cair. Cada mês de atraso torna a saída mais cara.

Dicas rápidas

  • Pague sempre o total da fatura quando possível.
  • Enquanto houver saldo no rotativo, pare de usar o cartão.
  • Confira o CET (custo efetivo total) na fatura antes de parcelar.

Por que é tão difícil resolver sozinho

Sair do rotativo quase sempre exige trocar a dívida por uma mais barata, reorganizar o orçamento e mudar a relação com o cartão — sem deixar as outras contas atrasarem. É um plano completo, não uma decisão isolada.

Como a BRK resolve

Na consultoria financeira pessoal, entramos na sua realidade, encontramos a raiz do problema e construímos a solução junto com você. O resultado:

  • ✓
    Um caminho para interromper os juros do rotativo
  • ✓
    Orçamento reorganizado para não voltar ao cartão
  • ✓
    Orientação na negociação com o banco
  • ✓
    A tranquilidade de ver a dívida diminuir

Perguntas frequentes

Existe limite para os juros do rotativo?

Sim. Desde janeiro de 2024, pela Lei 14.690/2023, os juros e encargos do rotativo e do parcelamento da fatura não podem ultrapassar 100% do valor original da dívida.

Fontes: Serasa, Serasa Experian, CNC (Peic), IBGE e Receita Federal, conforme citados no texto. Conteúdo informativo; cada situação exige análise individual.

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