MEI

MEI: as armadilhas financeiras que travam o crescimento

BRK Gestão FinanceiraLeitura de 5 minutos

Ser MEI é a porta de entrada do empreendedorismo para milhões de brasileiros: pouca burocracia, imposto fixo e baixo custo. Mas essa simplicidade tem um lado perigoso: como tudo é "fácil", muita gente nunca organiza o dinheiro do negócio — e trabalha anos sem saber se está realmente ganhando.

Em 2026, o limite de faturamento continua em R$ 81 mil por ano (média de R$ 6.750 por mês), e o DAS mensal da maioria das atividades fica entre R$ 82 e R$ 87.

Sinais de alerta

  • O dinheiro das vendas paga as contas de casa.
  • Você não sabe quanto realmente ganha por mês.
  • O preço foi copiado do concorrente.
  • Não acompanha o faturamento acumulado do ano.
  • Não tem nenhuma reserva para os meses fracos.

O que acontece se nada mudar

Sem controle, o MEI trabalha muito e ganha pouco — e ainda corre o risco de estourar o limite sem perceber. Se passar de R$ 97,2 mil (20% acima do teto), o desenquadramento retroage a janeiro, com impostos de microempresa sobre o ano inteiro.

Dicas rápidas

  • Separe uma conta só para o negócio, mesmo que seja uma conta pessoal usada exclusivamente para isso.
  • Some o faturamento do ano todo mês.
  • Defina um "salário" fixo para você.

Por que é tão difícil resolver sozinho

O MEI faz tudo sozinho: vende, entrega, cobra e cuida do dinheiro. Encaixar gestão financeira nessa rotina — e definir preço, retirada e o momento certo de crescer — é onde quase todos travam.

Como a BRK resolve

Na consultoria financeira para mei, entramos na sua realidade, encontramos a raiz do problema e construímos a solução junto com você. O resultado:

  • ✓
    Saber exatamente quanto o seu negócio lucra
  • ✓
    Preço certo para parar de trabalhar de graça
  • ✓
    Controle do limite e transição planejada
  • ✓
    Uma rotina simples, que cabe no seu dia

Perguntas frequentes

O limite do MEI aumentou em 2026?

Não. O limite continua em R$ 81 mil por ano. Existem projetos no Congresso para aumentá-lo, mas nenhum havia sido aprovado até a publicação deste artigo.

Fontes: Serasa, Serasa Experian, CNC (Peic), IBGE e Receita Federal, conforme citados no texto. Conteúdo informativo; cada situação exige análise individual.

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